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Mulheres atribuem o excesso de peso ao estresse e a gravidez

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Com a abertura do mercado de trabalho e a independência conquistada nos últimos anos, as mulheres passaram a acumular mais tarefas e, com elas, mais estresse. Se antes elas figuravam predominantemente como mães e donas de casa, responsáveis pela preparação da alimentação da família, hoje elas buscam a praticidade dos produtos prontos e da comida fora de casa. Aliado a isso, tem-se a falta de tempo para se exercitar, levando cada vez mais as mulheres ao sobrepeso e obesidade.

 

Recente pesquisa realizada com 1000 pessoas de cinco cidades brasileiras, sendo 500 mulheres e 500 homens, apontou que a amostra apresentava 61% do público feminino com obesidade e 29,4% na faixa do sobrepeso, sendo que a grande maioria atribuiu os quilos a mais ao estresse e a gravidez, este último, com 32% das respostas.

 

Segundo a psicóloga especialista em terapia comportamental-cognitiva pela USP e transtornos alimentares pela UNIFESP, Marilice Rubbo de Carvalho, “Os dados podem ser relacionados, visto que muitas gestantes estão no mercado de trabalho, se alimentando mal, ganhando mais peso do que deveriam durante a gravidez, que só se agrava após o nascimento do filho, as novas responsabilidades e mais acúmulo de funções”.

 

Ao serem questionadas sobre a principal razão que as levariam a buscar o emagrecimento, as mulheres disseram ser pela autoestima, item considerado o mais afetado por 40,2% das mulheres.

 

Para 72% das mulheres há formas de se prevenir a obesidade, sendo que 71% consideram os exercícios físicos o mais indicado para a perda de peso. Porém, ao responderem sobre suas práticas de atividades físicas, a grande maioria revelou não conseguir levar o hábito de forma regular e continua por muito tempo. Em comparação a outros tratamentos, o uso de medicações também foi apontado como menos eficiente que o emagrecimento com o balão intragástrico, conhecido também como balão gástrico, e a cirurgia bariátrica.

 

Indagadas sobre o tratamento de emagrecimento com o balão intragástrico, que ancora a mudanças de hábitos por meio de reeducação alimentar, prática de atividades físicas e acompanhamento psicológico, 46,6% das mulheres relataram conhecer o método e 21% já pensou em aderir à técnica.

 

Segundo a nutricionista Lilliam Francisco, membro da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED), o conhecimento do público feminino sobre o tratamento é importante pela proposta de emagrecimento natural e equilibrada. “No caso específico de mulheres que já finalizaram a amamentação, o balão intragástrico impulsiona novos e saudáveis hábitos, para uma fase em que elas precisarão estar mais dispostas e de bem com a vida para melhor cuidarem de seus bebês”.

Fonte: Sistema Orbera

Ivan Stabnov – CRM: 52.58052-7

 

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