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Como o balão intragástrico pode auxiliar no tratamento do diabetes tipo 2

Com o crescimento acelerado dos níveis de obesidade no Brasil e no mundo, crescem também os índices de doenças associadas, entre elas, o diabetes tipo 2. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Diabetes, já são mais de 12 milhões de casos no Brasil, que se não tratados, levam a sérias complicações e até a morte. Diferentemente do diabetes tipo 1, caracterizada como uma doença autoimune, sem cura, que se manifesta já na infância ou pré-adolescência, o diabetes tipo 2 aparece geralmente após os 30 anos e está frequentemente associado ao excesso de peso, que dificulta a ação da insulina produzida pelo pâncreas, gerando a hiperglicemia.

Segundo a Endocrinologista e membro da ABESO (Associação Brasileira de Estudo da Obesidade) dra. Mônica Palmanhani, devido ao caráter primário da doença estar relacionada à obesidade, sua base de tratamento deve se apoiar em um programa regular e efetivo para a perda de peso, em que o balão intragástrico – juntamente com um programa multidisciplinar de apoio composto por atividade física, reeducação alimentar e mudanças comportamentais – pode ser um aliado importante.

“Na prática clínica, vemos que o balão intragástrico pode ajudar no tratamento do diabetes tipo 2, ao estimular o paciente a emagrecer por meio de hábitos saudáveis e com isso ter seus níveis glicêmicos normalizados. Mas, é preciso manter os hábitos e o peso em dia, mesmo após a retirada do balão, para que os resultados sejam efetivos em longo prazo e o controle glicêmico seja mantido”, relata o dra. Mônica Palmanhani.

Como a doença pode passar despercebida por um longo tempo até que surjam as suas complicações, o médico alerta para alguns dos sintomas clínicos que devem ser observados para a busca de um diagnóstico profissional, tais como sede excessiva, boca seca, visão turva e excesso de urina.

Como funciona o balão intragástrico – Inserido via endoscopia sob sedação por médico endoscopista ou cirurgião do aparelho digestivo, o dispositivo é preenchido com soro e azul de metileno estéreis na quantidade de 400 a 700ml. Todo o procedimento dura em média 20 minutos. Dentro do estômago, o balão proporciona saciedade, tanto pelo volume ocupado quanto pela localização em que é posicionado. Sua permanência no corpo é de até seis meses, período em que é possível a perda média de 12% do peso inicial. [1] Caso seja necessário, é possível indicar um novo balão intragástrico num intervalo de um mês após a retirada do primeiro.

Fonte para entrevista

Dra. Mônica Palmanhani – (CRM 123.132): Graduada pela Universidade Iguaçu (RJ) | Membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e da ABESO (Associação Brasileira de Estudo da Obesidade)

Orbera™ na web No site www.sistemaorbera.com.br, pacientes e profissionais da saúde encontram um programa completo de reeducação alimentar, exercícios físicos, informações sobre comportamento e life style, para ajudá-los a atingir seus objetivos. Blog – www.sistemaorbera.com.br/blog-orbera Facebook – www.facebook.com/sistemaorbera Twitter – www.twitter.com/sistemaorbera

Referência [1] I.Imaz et al. Safety and Effectiveness of the Intragastric Balloon for Obesity.A Meta-Analysis.Obesity Surgery (2008) 18:841–846 O Sistema de Balão Intragástrico Orbera™ é registrado na ANVISA sob o número 80143600103.

 

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