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A evolução da dieta após a colocação do balão intragástrico

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Toda dieta requer cuidados específicos e com o balão intragástrico não é diferente, já que a alimentação é um dos fatores determinantes para o emagrecimento. Após iniciar o tratamento com o balão, o organismo precisa de um tempo para se adaptar. É por isso que os especialistas que trabalham com o dispositivo dividem a dieta em três etapas: líquida, pastosa e geral. Para explicar a importância dessas fases, nós conversamos com a nutricionista Sonia Watanabe, e o gastroenterologista e endoscopista Dr. Jimi Scarparo.

“Grande parte das pessoas acima do peso está acostumada a comer em quantidades exageradas, então o papel inicial do balão gástrico é preencher o espaço que seria destinado à alimentação, para ajudar no processo de saciedade”, conta Dr. Jimi Scarparo.

Os especialistas falaram a respeito da importância de cada etapa e deram dicas para você tirar de letra o primeiro mês com balão:

Dieta líquida
Consiste em água, chás claros, água de coco, isotônicos, gelatina, picolé de frutas, etc. “Nessa fase, o paciente já percebe a necessidade de seguir as dietas. Caso contrário, pode ficar desidratado e com déficit de nutrientes”, explica Sonia Watanabe.

Dieta pastosa (Dieta branda)
Os alimentos recomendados são gelatina, mingau, purê, frutas raspadas, entre outros.

Dieta geral
Recomenda-se que nesta etapa os alimentos sejam bem cozidos, como arroz um pouco mais “papa”, carne moída e peixe. Doces, gorduras e bebidas gasosas são as únicas restrições.

A nutricionista também fala sobre a reeducação alimentar como um todo: “Geralmente, depois dos trinta primeiros dias de dietas específicas, a pessoa já percebeu como a mastigação e a quantidade é importante no processo de emagrecimento e começa a se alimentar sem limitações. A partir deste instante ela estará mais apta para a prática da real mudança de hábito para continuar eliminando peso”.

Nos meses seguintes, a nutricionista pode adaptar os alimentos em geral, de acordo com as quantidades calóricas ideais para cada pessoa, para que em seis meses o balonado esteja apto a seguir os hábitos sem o balão.

Fonte: Sistema Orbera

Ivan Stabnov – CRM 52.58052-7

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