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Balão Intragástrico: O Caminho Para a Mudança – De Dentro Para Fora

As emoções são consideradas fundamentais para nossa vida psíquica, pois são através delas que conseguimos nos perceber e ao mundo que nos cerca. São comparadas ao colorido de uma tela que nós mesmos pintamos, a partir da qual damos a interpretação de nossa realidade. Assim, a emoção cria percepção, possibilitando a interpretação, surgindo assim às decisões e atitudes que nos levarão a algum aprendizado de vida.
 
crescerA diferença que fará entre um indivíduo e outro certamente corresponderá à forma que essas emoções serão vividas, conduzidas e estimuladas. Assim, se privilegiarmos as emoções positivas em nossa vida, teremos com frequência a capacidade de nos manter em uma atitude proativa e otimista. Percebemos que algumas pessoas mantém um padrão negativo para lidar com suas emoções, dependente de vários fatores como personalidade, cultura, educação, entre outros. Temos também as pessoas que desenvolveram ao longo da vida a resiliência: capacidade de lidar com seus próprios problemas, vencer obstáculos e não ceder à pressão desses instintos, independente da situação. 
 
Mas, porque estamos falando sobre isso em um texto sobre o balão intragástrico? Porque trabalhamos os conceitos de bem estar e resiliência com os pacientes que se submetem ao tratamento com o dispositivo, desde o início do processo, já que a maneira como cada um projeta suas emoções repercute diretamente no processo de reabilitação. 
 
Com a introdução do balão intragástrico e todo apoio recebido pela equipe multiprofissional, é oferecido à oportunidade de modificar não só padrões de comportamento alimentar, como condutas pessoais não percebidos ou não dominados anteriormente. Ou seja, reforçamos que todos são capazes de transformar sua vida e forma de enfrentamento dos problemas, desde que realmente queira e possa compreender as reais razões dessa busca de mudança de vida.
 
Se refletirmos melhor, veremos que tudo pode ter o seu lado positivo e o medo pode ser entendido como um mecanismo de autopreservação, em que possa ser trabalhado a oportunidade da coragem. 
 
A tristeza é inevitável em algum momento, e é um regulador de nossas emoções, não precisa anular uma ação positiva. Não precisamos vivenciá-la com pânico e sim com tranquilidade, focando o repertório de emoções que quisermos.
 
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